sexta-feira, 27 de abril de 2012

ULHT - É privada mas tem bons investigadores!


"Há uma nova esperança para quem sofre de cardiopatias congénitas. Uma equipa de investigadoras portuguesas desenvolveu o primeiro microchip capaz de detectar a predisposição para a miocardiopatia hipertrófica, uma disfunção primária cardíaca que é conhecida como a principal responsável pela temida morte súbita.
O revolucionário microchip funciona através de análises de ADN. Sendo uma pequena placa de 30,68 milímetros de comprimento por 19,68 milímetros de largura e 0,7 milímetros de altura, contém "poços" com menos de um milímetro onde são inseridas sequências de ADN, as quais contêm informação sobre alterações no genoma, validadas pela comunidade científica como associadas à doença que está a ser testada.
"Após o desenho do chip com estas alterações, é adicionado o ADN do paciente (retirado de uma amostra de sangue). Sempre que o indivíduo tenha no seu genoma uma alteração idêntica a uma das pré-programadas no chip, aparece um sinal positivo lido por um laser. Todos os sinais positivos correspondem a alterações no genoma do paciente, associadas à patologia", explicou a professora e investigadora Ana Teresa Freitas, que desenvolveu o chip em parceria com as investigadoras Alexandra Fernandes e Susana Santos. O resultado nasceu no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores: Investigação e Desenvolvimento (INESC-ID) do Instituto Superior Técnico.
PATOLOGIAS ASSOCIADAS
A incidência da miocardiopatia hipertrófica - a patologia com maior associação a episódios de morte súbita - é de uma em cada 500 pessoas. Existem, no entanto, outras doenças cardiovasculares significativas como a miocardiopatia dilatada, a miocardiopatia arritmogénica, síndromes do QT longo e QT curto e síndrome de Brugada, entre outros.
A possibilidade de previsão e prevenção não existia. Até agora. E tudo graças a um teste "fácil que pode atribuir, de uma forma relativamente abrangente, um risco para a morte súbita".



Os senhores jornalistas da próxima vez, tomem nota que duas dessas professoras são docentes da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa - e minhas professoras, A Professora Susana Santos e a Alexandra Fernandes, excelentes professoras e excelentes pessoas, por sinal. (daí a minha querida professora Susana Santos hoje estar com um mau feitio genial..e ela é só a professora maiiis calma e simpática do curso..irritá-la, é difícil!)
Não é por sermos uma universidade privada que somos piores que o Técnico, pelo contrário, temos grandes investigadores e excelentes laboratórios! Além disso somos a única universidade privada com laboratório de investigação na faculdade! Portanto sim, na foto fala-se do Lab de Genética da Lusófona mas na notícia apenas dizem que o chip nasceu no técnico...reformulem lá isso sfv! Só vos fica bem!
Um conselho? Senhores jornalistas, façam o vosso trabalho como deve ser!
Um muito obrigado!

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