A vida é uma caixinha de surpresas e cada vez mais entendo isso, tem tanto de coisas boas como de más. Dado o último ano, estava a precisar das coisas boas e parece que apesar de ter começado mal, 2012 vai terminar em beleza!
Andei perdida, bem perdida pelo meio do ano. Tive umas férias elucidativas que me fizeram distanciar de tudo e me fizeram redescobrir quem sou e o que quero para mim! A verdade é que me sinto diferente a tantos níveis e há tanta coisa que começa realmente a fazer sentido e pequenos pedaços de mim que se encaixam!
Se comecei o ano a pensar que nada de nada fazia sentido porque uma parte da minha vida estava prestes a acabar, ou agora que vejo, já tinha acabado há muito, só faltava a coragem de um ponto final. Agora que olho para trás vejo que muito pouco fazia sentido mas que no entanto, nos tempos primordiais me fez muito bem e muito feliz. E só tenho de agradecer por isso! Se em Janeiro me dissessem que iria acabar o ano completamente noutra, completamente feliz eu diria ser impossível. Não foi. Meu querido T. É um verdadeiro amor. E fofo, e doce, e parvo, e faz-me rir, e conhece o meu mau feitio até à pontinha dos cabelos e limita-se a gozar com ele, e irrita-me, e tem um sorriso malandro e uns olhos amorosos. E é estúpido. E eu gosto dele. Se vai resultar? Só o tempo o dirá, mas gostava! Contudo uma das coisas que aprendi é que não vale a pena criar ilusões ou sonhos utópicos, e o que terá de ser será! E por agora, estou feliz. Estamos felizes! E sorrir e gargalhar são das melhores coisas da vida.
Carpe diem e mai nada!



